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5 de Janeiro de 2018
Economia

Natal fecha positivo em vendas e Chapecó é um dos destaques

Chapecó está entre as principais cidades de Santa Catarina que contribuíram para o registro positivo nas vendas de Natal, que é um dos termômetros do comércio como o período de maior movimentação econômica no decorrer do ano. Dados levantados pela Federação do Comércio de Santa Catarina (Fecomércio) indicam que as vendas do último Natal reverteram dois anos consecutivos de queda no faturamento no Estado.

Para a Pesquisa de Resultado de Vendas do Natal 2017, realizada pela Fecomércio e que teve a participação em Chapecó da Divisão de Pesquisa e Estatística do Sindicato do Comércio (Sicom), foram ouvidos 402 empresários de sete cidades. Nos dias 26 e 28 de dezembro, as entrevistas envolveram, em Blumenau, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Joinville e Lages, empresários dos ramos de vestuário e calçados (38,6%), de artigos de informática, eletrônicos e celulares (14,2%) e de móveis e decoração (12,7%).

No Estado, o varejo teve alta de 33,1% no ticket médio das lojas, passando de R$ 238,44 em 2016 para R$ 317,33. Os dois maiores volumes de vendas foram registrados em Itajaí, com ticket médio de R$ 387,97, e em Chapecó, com R$ 375,44. Em 2016 o ticket médio em Chapecó chegou a R$ 197,70, enquanto em 2015 havia sido de R$ 233,75.

A variação do faturamento médio no Estado também foi positiva, em 2,1%, com destaque para Blumenau, que avançou 27,7% em relação ao Natal de 2016, enquanto Lages registrou a maior queda, de 5,4%. Em Chapecó houve queda de 1,6% em relação ao Natal anterior e alta de 20,6% diante dos meses de movimentação normal.

Preferência na forma de pagar

Quanto à forma de pagamento, no Estado 55,7% dos presentes foram comprados à vista: 13,7% em dinheiro; 21,6% no cartão de crédito; e 20,4% no cartão de débito. Já em Chapecó a preferência do meio de pagamento foi pelo parcelamento no cartão de crédito, em 35%, seguindo-se o pagamento a vista no cartão de crédito, em 20%, a vista em dinheiro, em 17,5%, a vista no cartão de débito, também por 17,5%, e parcelamento no crediário, em 10%.

 Segundo 43% dos estabelecimentos das sete cidades, os consumidores fizeram pesquisa de preços para garantir o melhor custo/ benefício. Para 34,3% dos empresários a pesquisa foi considerada baixa e para 22,6% como razoável.  

EXTRA COMUNICA - Hugo Paulo Gandolfi de Oliveira-Jornalista/MTE4296RS - 5/01/18