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3 de Setembro de 2019
Pesquisas

Índice de Confiança do Consumidor Chapecoense cai 0,57% em setembro

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) chapecoense caiu neste mês de setembro em 0,57%, ao passar de 95,03 pontos em agosto para 94,49 pontos em setembro. Esses dados fazem parte de pesquisa feita em conjunto pelo Sindicato do Comércio da Região, através da sua Divisão de Pesquisa e Estatística (Sicom Pesquisas) e a Unochapecó, por meio do curso de Ciências Econômicas. Realizada entre os dias 15 e 24 de agosto, a amostra foi composta por 121 mulheres e 108 homens de diversas faixas etárias e classes de renda. A queda do índice de confiança foi puxada pela população com idade inferior a 24 anos (-20,15%), seguida por pessoas com idade igual ou maior que 65 anos (-15,38%).

A pesquisa indica queda nos resultados quanto ao Índice de Condições Econômicas (ICE), em de 1,75%, totalizando 82,07 pontos, ante 83,53 registrados em agosto. Já no Índice de Expectativas de Consumo (IEC) e no Índice de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (IEIC) houve elevação. Os resultados indicam que os consumidores estão menos confiantes com relação as suas finanças e as condições para aquisição de bens duráveis, se comparado ao mês de agosto, indica a coordenação da pesquisa.

No Índice de Expectativas de Consumo houve leve aumento de 0,02%, atingindo 102,12 pontos, ante 102,10 de agosto. O Índice do Endividamento e Inadimplência do Consumidor, que permite sondar o nível de obrigações a pagar ou em atraso que o consumidor possa ter, apresentou aumento de 14,45%, de 131,76 pontos para 150,80. Este resultado é positivo e está alinhado com a redução do nível de endividados e/ou inadimplentes do município.

Entre os 229 consumidores entrevistados, 59,60% estão com alguma obrigação a pagar, e o cartão de crédito aparece em primeiro lugar, seguido pelo crédito em lojas. O percentual de consumidores que disseram estar inadimplentes apresentou redução. Em agosto, 12,80% das pessoas endividadas também estavam inadimplentes, ao passo que agora esse percentual diminuiu para 8,40% dos entrevistados.

EXTRA COMUNICA - Hugo Paulo Gandolfi de Oliveira-Jornalista/MTE4296RS - 3/09/19