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13 de Setembro de 2017
Economia

Após aumento, preço dos produtos básicos tem queda de 2,15% em Chapecó

Após aumento no preço do cesto de 57 produtos básicos no mês de agosto em Chapecó, o valor teve queda em setembro, de 2,15%. O custo monetário do cesto é de R$ 1.255,12, enquanto que no mês passado foi de R$ 1.282.68. O levantamento é do curso de Ciências Econômicas da Unochapecó, em parceria com o Sindicato do Comércio, por meio do SICOM Pesquisas.

Os produtos que puxaram a queda em setembro foram a batata inglesa, com redução de 32,59%, a cebola, cujo preço caiu 18,48%, e o alface, com redução de 17,68%. Embora o preço médio tenha caído, alguns alimentos tiveram aumento em setembro. O biscoito maria subiu 14,18%, a laranja suco aumentou 12,44% e o açúcar mascavo 10,07%.

Os dados englobam alimentos in natura, semi-industrializados, industrializados, produtos de higiene e limpeza e serviços tarifados, como água, energia elétrica e gás. A pesquisa verificou que os produtos in natura apresentaram queda de 10,99% no preço, os industrializados de 1,66% e os semi-industrializados 0,96%. Já os artigos de higiene aumentaram em 1,08% e no grupo dos materiais de limpeza houve redução de 0,43%. O grupo de serviços tarifados, como energia elétrica, água e gás de cozinha, quando comparado com agosto, registrou aumento de preços na ordem de 2,86%.

Neste mês, uma família chapecoense necessita de 1,34 salários mínimos líquidos para adquirir o cesto de produtos básicos.

Cesta básica

A pesquisa contempla uma síntese dos preços de alguns dos principais produtos que compõem o cesto básico. De um custo de R$ 310,13 em agosto, a cesta básica, formada por 13 produtos, passou para R$ 297,37, em setembro, com redução de 4,11%. Em setembro do ano passado, o valor da cesta foi de R$ 346,71, o que dá uma redução de 14,23% em 12 meses.

Para comprar a cesta - formada por açúcar, arroz, banana, batata inglesa, café moído, carne bovina, farinha de trigo, feijão preto, leite, margarina, óleo de soja, pão francês e tomate -, uma família chapecoense necessita de 0,32 salário mínimo.

EXTRA COMUNICA - Hugo Paulo Gandolfi de Oliveira-Jornalista/MTE4296RS - 13/09/17